Pastor Gilmar Santos de pronuncia sobre prisão e diz que existe perseguição política

O pastor Gilmar Santos, que foi preso na última quarta-feira (22), acusado de participar de propina para liberar verbas aos municípios junto ao MEC resolveu se pronunciar por meio das redes sociais, dando sua versão sobre o caso.

Ele começa dizendo que o país está repleto de ódio, fome de poder e muito interesse político, o que torna uma manipulação dos fatos, para justamente acabar com o atual governo.

Para ele, a prisão foi ilegal, inconstitucional e que seu compromisso segue em frente, para levar a palavra de Deus em toda a terra.

“Queridos e amados irmãos, a paz do Senhor Jesus seja com todos. Escrevo já de casa em profunda reflexão e com o coração quebrantado. Nosso País está tomado pelo ódio e fome do poder, com interesses políticos manipulando a verdade e a transparência dos fatos. Como sabemos, existe uma luta incansável para enfraquecer o governo eleito. Irmãos, não há julgamento ou veredicto sob o meu nome, o que mostra a ilegalidade desta prisão, sem lastro na legislação brasileira, reconhecidamente inconstitucional. Meu compromisso segue o mesmo desde o momento em que Deus me chamou para ser parte de sua grande obra, levar a palavra da verdade aos quatro cantos da terra. São tempos de guerra e eu não paro de lutar. Continuo orando pelas famílias e por toda a igreja evangélica brasileira até o Senhor nos chamar para estar com ele no dia de grande alegria. Pastor Gilmar Santos, servo de Cristo. Deus seja louvado”.

Na legenda do post ele escreveu  um texto bíblico de Efésios 6:19 : “Orai do mesmo modo por mim para que, quando eu falar, seja-me concedido o poder da mensagem, a fim de que, destemidamente, possa revelar o mistério do Evangelho” 

Presos pela PF na manhã de quarta, tanto o pastor Gilmar Santos, como o ex-ministro da educação Milton Ribeiro foram liberados por decisão da Justiça no dia seguinte. O habeas corpus concedido pelo desembargador Ney Bello diz que o Ministério Público recomendou a adoção de medidas cautelares que não fossem a prisão.

Ambos são suspeitos de operar um “balcão de negócios” no Ministério da Educação (MEC) e na liberação de verbas do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).

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